André Mendonça assumiu a relatoria das investigações sobre o Banco Master. Pessoas próximas ao ministro afirmam que ele manterá discrição. Ele já adota essa postura em investigações sobre fraudes no INSS.
Mendonça aguarda reunião com a Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (13). O objetivo é avaliar pedidos de acesso a materiais do caso. Parlamentares solicitaram acesso aos documentos.
Carlos Viana, senador e presidente da CPMI do INSS, pedirá acesso aos documentos. Mendonça participará da reunião com a PF por vídeo, pois está em São Paulo. Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, estará presente.
Edson Fachin, presidente do STF, convocou reunião sobre o relatório da PF. O relatório cita perícia no celular de Vorcaro. A PF encontrou menções a Toffoli e pediu sua suspeição.
Toffoli inicialmente resistiu, mas cedeu à pressão. A Corte avaliou que sua atuação causou desgaste. Após a reunião, ministros do STF defenderam a validade dos atos de Toffoli.
O Banco Central liquidou extrajudicialmente o Banco Master em novembro de 2025. A liquidação ocorreu após identificar irregularidades financeiras. Will Bank, braço digital do conglomerado, também foi encerrado.
Investigações apontam que o Banco Master oferecia CDBs com alta rentabilidade. Para sustentar a prática, a instituição assumiu riscos excessivos. Operações inflavam o balanço financeiro.
Os casos do Banco Master e da Reag são graves. Eles envolvem fraudes e tensões entre STF, TCU, Banco Central e PF. O FGC iniciou o ressarcimento aos credores do Banco Master.
O valor total a ser pago em garantias soma R$ 40,6 bilhões.


