A urna eletrônica é essencial para o sistema eleitoral brasileiro. Ela foi criada para evitar fraudes antigas. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprimorou a tecnologia. Hoje, ela garante que o voto seja registrado com precisão.
A segurança da urna protege a informação. Ela garante sigilo, integridade e disponibilidade do voto. O sistema mantém o voto secreto. Ele impede alterações e garante o funcionamento da urna.
A urna permite auditoria do processo. Mesmo com o voto anônimo, o sistema prova a legitimidade do software. Ele também comprova que os resultados correspondem aos votos. Barreiras físicas e lógicas impedem ataques externos.
Fraudes com cédulas de papel motivaram a criação da urna. Em 1995, pesquisadores do INPE e CTA iniciaram o projeto. O TSE coordenou o desenvolvimento da urna eletrônica.
Em 1996, a urna foi usada pela primeira vez. Capitais e cidades com mais de 200 mil eleitores a utilizaram. Em 2000, 100% do eleitorado usou a urna. A UE2020 é um modelo mais recente com processador mais rápido.
A urna não tem conexão com a internet. A criptografia assimétrica e hashes protegem a urna. A segurança impede invasões e alterações no software. A estabilidade política e social dependem da robustez da urna.
(Fonte: Texto Original fornecido)


