O jornal Poder360 divulgou trechos de uma reunião fechada do STF. A reunião tratou da saída do ministro Dias Toffoli do caso Banco Master. Essa divulgação gerou grande desconforto entre os ministros da Corte.
Ministros suspeitam que o vazamento foi proposital. A intenção seria fortalecer a imagem de Toffoli. O ministro nega ter gravado ou divulgado a conversa. A informação inicial foi da jornalista Mônica Bêrgamo, da Folha de S.Paulo.
Toffoli resistiu em deixar a relatoria, segundo a Jovem Pan. Ele se sentiu isolado e cedeu à pressão. A Corte avalia que a atuação dele desgastou o STF. O Poder360 informou que 7 ministros apoiavam Toffoli no caso. Cármen Lúcia e Edson Fachin eram contrários.
Flávio Dino convenceu Toffoli a se afastar, segundo o jornal. Em nota, os 10 ministros do STF defenderam a validade dos atos de Toffoli. A Presidência do STF extinguirá a ação de suspeição. Um novo relator será sorteado.
A PF encontrou menções a Toffoli no celular de Vorcaro. A corporação pediu a suspeição do ministro a Fachin. Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, é quem pode fazer o pedido. Toffoli afirmou que o pedido da PF são “ilações”. Ele respondeu que a PF não tem legitimidade para tal solicitação. A resposta completa será apresentada ao presidente da Corte.


