Donald Trump estabeleceu um prazo de dez dias para um possível acordo com o Irã. Caso contrário, ele alertou para “coisas ruins”. As negociações foram retomadas em fevereiro, após a guerra de 2025.
Washington e Teerã realizaram duas rodadas de conversas. Apesar disso, as ameaças persistem. Os EUA intensificaram sua presença militar no Oriente Médio. O Irã faz exercícios navais com a Rússia no mar de Omã.
Trump enfatizou a dificuldade de um acordo significativo com o Irã. Ele ressaltou a necessidade de um pacto forte. Se não houver acordo, Washington pode agir de forma mais incisiva.
Karoline Leavitt, da Casa Branca, mencionou possíveis justificativas para um ataque ao Irã. Israel também alertou sobre uma resposta severa a qualquer ataque iraniano. O programa nuclear iraniano é o principal ponto de discórdia.
O Irã reafirma seu direito ao enriquecimento de urânio para fins civis. Mohamad Eslami, da agência de energia atômica iraniana, defendeu o uso pacífico da tecnologia. O Irã está elaborando um plano para avançar nas negociações com os EUA.
As partes divergem sobre o escopo das discussões. O Irã busca limitar o diálogo ao seu programa nuclear. Exige também o fim das sanções econômicas. Os EUA querem abordar o programa de mísseis e o apoio a grupos armados.
Trump intensificou as ameaças nas últimas semanas. Ele reagiu à repressão aos protestos no Irã. Seu objetivo é forçar um acordo. A Rússia pediu moderação diante da escalada das tensões.
Abbas Araghchi, diplomata iraniano, se reuniu com Rafael Grossi, da OIEA. A agência da ONU verifica as atividades nucleares iranianas. O Irã havia suspendido a cooperação com a OIEA.


