O CETAS de Três Lagoas tornou-se referência. A unidade atende animais silvestres da região. Um tamanduá-bandeira, atropelado e gravemente ferido, foi o primeiro caso. Ele chegou ao CETAS logo após a inauguração.
A equipe veterinária especializada cuidou do animal. Houve tratamento, recuperação e reabilitação. O tamanduá retornou ao seu habitat natural após avaliação. O caso demonstra a eficiência do CETAS.
André Borges, diretor do Imasul, ressalta a importância da unidade. Ele diz que a ação reforça o compromisso do Imasul. O compromisso é com a conservação da biodiversidade.
O CETAS Três Lagoas começou a operar em dezembro de 2025. Desde então, foram 137 atendimentos a animais silvestres. A demanda regional é alta. A unidade atendeu 114 aves, 21 répteis e 2 mamíferos.
Rafael Alex Barbosa, do Imasul, confirma a importância do CETAS. Ele afirma que a criação da unidade foi estratégica. A unidade agiliza o atendimento e aumenta as chances de recuperação.
A implantação do CETAS descentraliza os serviços do CRAS, em Campo Grande. Antes, todos os animais feridos iam para a capital. Aline Duarte, gestora do CRAS, destaca a integração entre as unidades.
O CETAS realiza a triagem e os primeiros atendimentos. O CRAS recebe os casos mais complexos. A integração garante melhor organização e tratamento eficaz.


