A guerra na Ucrânia continua sem fim à vista. Especialistas apontam impasses entre Kiev e Moscou. Esses impasses impedem um acordo de paz.
O conflito já dura quatro anos. A Rússia iniciou a invasão em 24 de fevereiro de 2022. Desde então, as negociações não avançaram.
Vladimir Putin, presidente da Rússia, anunciou uma “operação militar especial”. O objetivo era proteger a população de Donetsk e Luhansk. Putin também queria “desmilitarizar” e “desnazificar” a região.
Um relatório do CSIS indica que a Rússia planejou uma campanha rápida. O objetivo era derrotar as forças ucranianas rapidamente. A guerra se tornou o maior conflito desde 1945.
O CSIS estima 1,2 milhão de baixas russas até dezembro de 2025. As perdas ucranianas somam entre 500 mil e 600 mil. Se o conflito continuar, as vítimas podem chegar a 2 milhões.
A Rússia controla cerca de 75 mil km² do território ucraniano. Isso equivale a 12% da Ucrânia. Inclui a Crimeia, anexada em 2014, e partes de Donbass.
As tropas russas ocupam Luhansk, Donetsk, Zaporizhzhia, Kherson e Kharkiv. O Instituto para o Estudo da Guerra (ISW) divulgou o mapa mais recente em 19 de fevereiro.
Delegações de Kiev e Moscou se encontraram para tentar acabar com a guerra. A primeira rodada de conversas ocorreu em 28 de fevereiro de 2022. Não houve consenso.
Negociações seguintes avançaram em questões humanitárias. No entanto, não houve plano de paz. Países europeus e os EUA participaram das negociações.
A eleição de Donald Trump mudou a atuação dos EUA. Trump se encontrou com Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, em fevereiro de 2025. Zelensky pediu garantias de segurança e disse que não faria concessões.
Trump acusou Zelensky de “jogar com a Terceira Guerra Mundial”. Trump priorizou negociar diretamente com Putin. A falta de progresso o desagradou.
Trump e Putin se encontraram no Alasca em agosto de 2025. A reunião terminou sem acordo.


