A CPMI do INSS aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha. Ele é filho do presidente Lula (PT). A votação ocorreu nesta quinta-feira (26).
Houve confusão entre os parlamentares após a aprovação. Rogério Correa (PT-MG) e Alfredo Gaspar (União-AL) se envolveram. Evair de Melo (PP-ES) e Luiz Lima (Novo-RJ) também participaram.
A sessão foi interrompida devido à confusão. A transmissão da TV Senado também foi derrubada. Gaspar solicitou os relatórios de inteligência financeira e a quebra de sigilos.
O nome de Lulinha aparece em decisão do STF. A Polícia Federal (PF) e a CGU investigam um esquema de descontos não autorizados. A Operação Sem Desconto apura fraudes contra aposentados e pensionistas.
Mensagens da PF citam repasse de R$ 300 mil para “o filho do rapaz”. Investigadores acreditam que se refere a Lulinha. O dinheiro teria vindo de Antônio Carlos Camilo Antunes, operador do esquema.
Gaspar justificou a quebra de sigilo. Ele afirmou que é essencial para a CPMI do INSS. A defesa de Lulinha nega envolvimento nas fraudes.
O advogado de Lulinha se manifestou. Ele disse que o cliente está à disposição do STF. A defesa busca acesso à investigação para se pronunciar.
A CPMI aprovou outros 86 requerimentos. Entre eles, a quebra de sigilo do Banco Master e novas convocações. Augusto Ferreira Lima, ex-executivo do banco, também será investigado.
Damares Alves (Republicanos-DF) mencionou Lima. Ela lembrou que ele deixou o Banco Master em 2024. A PF o investiga por ocultar irregularidades.
André Moura, Danielle Miranda Fontelles e Gustavo Marques Gaspar também serão convocados. Rogério Correia (PT/MG) solicitou a convocação de Ferreira.
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