Mato Grosso do Sul avança na identificação civil no sistema prisional. A Polícia Científica e a Polícia Penal agora trabalham juntas. Elas vão emitir a Carteira de Identidade Nacional (CIN) dentro dos presídios.
A capacitação de policiais penais é fundamental. Eles aprendem a coletar dados biométricos. O Instituto de Identificação da Polícia Científica supervisiona o processo. Isso garante agilidade e segurança.
Nove policiais penais participam da formação. A Sejusp coordena a ação. A Agepen e a Polícia Penal também estão envolvidas. Os servidores poderão emitir o documento diretamente nas unidades.
A descentralização é um grande benefício. Elimina-se a necessidade de escoltas externas. Equipes do Instituto de Identificação não precisarão ir aos presídios. A emissão da CIN será mais rápida e eficiente.
Segundo Daniel Ferreira Freitas, a ação garante direitos. A identificação civil é essencial para políticas públicas. Emitir a CIN no presídio evita problemas documentais. A atualização cadastral também é garantida.
A iniciativa segue as metas da Sejusp e do CNJ. A Resolução nº 306/2019 exige a identificação de pessoas presas. O Programa Nacional Pena Justa também apoia a ação.
Rodrigo Rossi Maiorchini destaca a autonomia do sistema. A emissão da CIN será segura e rápida. A capacidade de atendimento aumentará. Os recursos públicos serão usados de forma eficiente.
Em 2025, o estado ampliou a rede de atendimento. Agências integradas com o Detran/MS e ações itinerantes foram reforçadas. Desde janeiro de 2024, mais de 683 mil identidades foram emitidas. Isso representa 24% da população estadual.
Mato Grosso do Sul fortalece a gestão pública. A integração entre Polícia Científica e Polícia Penal é um modelo. O sistema prisional agora tem mais recursos para identificar seus internos.
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