O ministro André Mendonça (STF) autorizou a quebra de sigilo de Lulinha. A decisão ocorreu antes do pedido da CPMI do INSS. A CPMI aprovou o pedido na quinta-feira (26). O sigilo quebrado é bancário, telemático e fiscal.
A Polícia Federal (PF) pediu a quebra de sigilo. O relator da investigação de fraudes no INSS no STF aceitou. A PF investiga o envolvimento de Fábio Luis Lula da Silva.
Mensagens da PF citam repasse de R$ 300 mil para “o filho do rapaz”. As mensagens foram extraídas do celular de Antônio Carlos Camilo Antunes. Antunes é o Careca do INSS, principal operador do esquema.
A CPMI do INSS aprovou requerimento de Alfredo Gaspar (União-AL). Ele solicitou relatórios de inteligência financeira e quebra de sigilo. Após a votação, houve confusão.
A defesa de Lulinha nega envolvimento nas fraudes. O advogado Guilherme Suguimori Santos pediu acesso à investigação no STF. Ele alega campanha midiática com dados parciais.
A CPMI votou 87 requerimentos, incluindo quebra de sigilo do Banco Master. Senadora Damares Alves (Republicanos-DF) citou ex-executivo do Banco Master. Augusto Ferreira Lima é suspeito de ocultar irregularidades.
A votação dos requerimentos gerou tumulto e empurra-empurra. A reunião precisou ser interrompida. A CPMI também ouvirá o depoimento de Paulo Camisotti.
Filho e sócio de Maurício Camisotti, Paulo é investigado por fraude bilionária. Deputado Edson Cunha de Araújo e advogado Cecílio Galvão faltaram ao depoimento. O presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG), justificou as ausências.


