A Argentina vive nova greve geral nesta sexta-feira (27). A Frente Sindical Unida (FreSU) organiza o protesto. Eles se opõem à reforma trabalhista de Javier Milei. O Senado iniciou a votação do projeto.
A Câmara dos Deputados já aprovou a reforma. A votação ocorreu após outra paralisação geral. A FreSU reúne mais de 100 sindicatos. Entre eles, estão metalúrgicos e petroleiros.
A greve tem duração de 24 horas. Ela começou à meia-noite desta sexta. Hospitais mantêm serviços mínimos. Apenas voos médicos e estatais operam. Coleta de lixo e polícias serão afetadas.
Manifestantes se concentram na Avenida de Mayo. Eles marcharão até o Congresso às 10h. A Confederação Geral do Trabalho (CGT) não apoia a greve. Eles aguardam o resultado da votação no Senado.
O governo defende a reforma. Eles dizem que ela reduz a informalidade. A reforma também estimularia a criação de empregos. A CGT alega que as mudanças são inconstitucionais.
O projeto amplia a jornada de trabalho. Ela pode chegar a 12 horas diárias. Horas extras podem ser compensadas com folgas. A Câmara aprovou o texto com alterações. O Senado deve analisar novamente.
O Senado também discute a redução da maioridade penal. A proposta foi aprovada na Câmara no início do mês.
*Estadão Conteúdo. Fonte: Jovem Pan News


