A lista de Flávio Bolsonaro (PL) causou turbulência no Partido Liberal de MS. A imprensa nacional expôs as anotações polêmicas. Elas colocaram os “rebeldes” do PL em situação difícil.
As anotações sugerem um pedido de R$ 20 milhões. Marcos Pollon teria pedido R$ 15 milhões. Gianni Nogueira, R$ 5 milhões. O objetivo seria desistir de enfrentar Riedel e Azambuja.
Gianni e Pollon negam o pedido de dinheiro. Porém, a lista aumentou a pressão sobre eles. Bolsonaristas exigem acompanhar o caso de perto. Eles querem saber o desfecho da história.
Pollon e Gianni são pré-candidatos ao Governo e Senado, respectivamente. Alguns acreditam que eles buscam visibilidade para cargos menores. Eles negam e mantêm as pré-candidaturas.
O vazamento colocou a dupla em uma situação de tudo ou nada. Eles precisam provar que são candidatos por missão. Caso contrário, terão que abandonar as candidaturas.
A lista indica que Pollon e Gianni não terão apoio do partido. O PL deve priorizar Riedel, Azambuja e Contar. Eles precisam mudar de partido até 4 de abril para serem candidatos.
João Henrique Catan (PL) negocia sua ida para o Novo. Ele busca espaço para disputar o governo. O partido abriu as portas para Gianni e Pollon disputarem o Senado.
Fonte: Investiga MS


