A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou o arquivamento da investigação. O caso apura o suposto desvio de joias sauditas por Jair Bolsonaro. O pedido foi feito nesta quinta-feira (5) ao STF. Alexandre de Moraes é o relator do caso.
As joias foram entregues a Bolsonaro como presente da Arábia Saudita. Outros itens, como relógios de luxo, também foram desviados. A venda ocorreu nos Estados Unidos, segundo Mauro Cid. Ele é ex-ajudante de ordens da Presidência.
Para a PGR, não há clareza sobre a propriedade dos presentes. A lei não define se pertencem ao presidente ou ao Estado. Por isso, a PGR não vê crime cometido por Bolsonaro.
A Polícia Federal (PF) indiciou Bolsonaro e outros 11 investigados em julho de 2024. A PF aponta o desvio de presentes para venda em benefício próprio. O valor dos itens desviados chega a R$ 6,8 milhões.
A PF identificou uma associação criminosa. O objetivo era desviar e vender objetos de valor recebidos por Bolsonaro. Os valores eram convertidos em dinheiro em espécie. O dinheiro entrava no patrimônio do ex-presidente sem usar o sistema bancário.
Entre os itens desviados estão esculturas folheadas a ouro. Bolsonaro recebeu os presentes durante viagem ao Bahrein em 2021. A defesa de Bolsonaro nega qualquer envolvimento do ex-presidente.
*Agência Brasil Fonte: Jovem Pan News


