Apesar do cessar-fogo, civis palestinos morrem diariamente em Gaza. Ataques israelenses continuam, cinco meses após o acordo. A situação humanitária é catastrófica.
Jonathan Fowler, da UNRWA, confirma a crise. A ajuda humanitária é insuficiente e restrita. Gaza enfrenta uma tragédia sem precedentes.
Mais de 70 mil palestinos morreram no conflito. Desde o cessar-fogo, 600 corpos foram retirados dos escombros. O número de vítimas deve aumentar.
Israel perdeu 1.665 pessoas, a maioria no ataque inicial do Hamas. Outros 250 foram sequestrados em 7 de outubro de 2023.
Ahmed Shehada, do Ibraspal, denuncia limpeza étnica. Ele afirma que Gaza sofre destruição sistemática. O sofrimento diminuiu, mas não acabou.
Mohammed Omer Almoghayer, escritor palestino, relata dor e ameaça constante. Para ele, a Palestina é fragmentação e resistência.
Almoghayer critica um cessar-fogo que apenas suspende os bombardeios. Ele defende o desmantelamento das estruturas da devastação.
Gaza vive sob cerco desde 2007, e ocupação desde 1967. A crise não é um desastre natural, mas um ataque à vida e ao futuro.
92% das casas em Gaza foram destruídas ou danificadas. Há escassez de abrigo e deslocamento constante.


