O governo dos EUA vê o PCC e o CV como ameaças. Eles prometem agir contra envolvidos em terrorismo na região. Essa decisão eleva a tensão entre Brasil e EUA.
Lula conversou com presidentes do México e Colômbia. Ele busca apoio contra a possível classificação das facções como terroristas. Trump já rotulou cartéis mexicanos e colombianos como terroristas.
Interlocutores de Lula defendem a cooperação policial. Eles rejeitam a designação de terrorismo. A lei brasileira exige motivos de xenofobia ou discriminação.
Lula pode articular uma manifestação conjunta com aliados. A decisão final é do governo americano. O chanceler Mauro Vieira tratou do tema com Marco Rubio.
A pauta gera atrito na preparação da visita de Lula a Trump. O governo brasileiro vê lobby bolsonarista na decisão americana. Isso pode prejudicar a relação entre os presidentes.
A designação facilita o congelamento de ativos e investigações. Também permite sanções financeiras e restrições de vistos. O objetivo é combater o narcotráfico e o apoio material às facções.
A lei americana não autoriza ataques militares diretos. Mas, organizações terroristas são alvos fora do território americano. O governo brasileiro teme ações militares como as ocorridas na Venezuela.
Os EUA usaram o combate ao narcotráfico para justificar ações militares. Eles atacaram embarcações no Caribe e influenciaram na derrubada de Maduro. Lula, Sheinbaum e Petro se manifestaram contra a medida.
*Fonte: Agência de Notícias*


