Bombas gravitacionais são lançadas de aviões. Elas usam a gravidade e a energia do avião para atingir o alvo. Diferente de mísseis, não possuem propulsão própria.
Inicialmente chamadas de ‘bombas burras’, elas evoluíram muito. Navegação por satélite e aletas de direção foram adicionadas. Isso transformou a trajetória balística em munição inteligente.
Em 2026, os EUA declararam um ‘estoque ilimitado’ dessas bombas. O uso seria em operações militares contra o Irã. Mas como elas funcionam?
Uma bomba gravitacional tem explosivos e um detonador. O modelo básico segue uma trajetória parabólica. Altitude, velocidade e resistência do ar são cruciais.
Para corrigir imprecisões, os EUA criaram o sistema JDAM. Ele acopla uma cauda direcional e GPS às bombas. O custo é menor que um míssil.
Os EUA usam bombas gravitacionais em sua tríade nuclear. A família B61 é essencial. Caças e bombardeiros levam as bombas até o alvo.
Sensores aéreos, GPS e física balística são combinados. O processo envolve aeronaves, coordenadas do alvo e sistema de navegação.
Caças e bombardeiros transportam as bombas. O computador insere as coordenadas do alvo. A bomba é então lançada ejetada do avião.
O sistema de navegação é ativado na queda livre. Aletas corrigem a trajetória. Assim, a bomba pode planar por quilômetros.
Muitas bombas são ‘bunker busters’. Elas são feitas para destruir bunkers e instalações subterrâneas.


