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Segunda-feira, 16 Março, 2026
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    Revolução Islâmica: Irã e EUA rompem laços e reconfiguram o Oriente Médio

    Desde 1980, Irã e EUA não têm relações diplomáticas. A Revolução Islâmica de 1979 causou o rompimento.

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    A derrubada do xá Mohammad Reza Pahlavi mudou o Oriente Médio. A tomada da embaixada americana em Teerã intensificou tensões. Irã e EUA romperam relações diplomáticas em abril de 1980. A Revolução Islâmica de 1979 causou o rompimento. O levante derrubou a monarquia do xá e instaurou uma teocracia xiita.

    O antagonismo molda a geopolítica do Oriente Médio. Ele se reflete no financiamento de grupos paramilitares. Bloqueios a rotas comerciais, como o Estreito de Ormuz, são constantes. O Irã busca dominar o ciclo nuclear, apesar das sanções dos EUA.

    Em 1953, a CIA e o MI6 orquestraram um golpe. A Operação Ajax depôs o primeiro-ministro Mohammad Mosaddegh. O objetivo era anular a nacionalização do petróleo iraniano. Corporações do Reino Unido controlavam a indústria até então.

    O xá Mohammad Reza Pahlavi voltou ao poder absoluto. Ele modernizou e militarizou o Irã por 20 anos. O regime reprimiu opositores políticos e religiosos. A Savak, polícia secreta, usou violência. A desigualdade social e a brutalidade estatal fomentaram o nacionalismo.

    Em janeiro de 1979, o xá fugiu do Irã. Protestos e greves o pressionaram. O aiatolá Ruhollah Khomeini retornou do exílio. Ele assumiu o controle político e espiritual do país. A forma de governo mudou radicalmente.

    O presidente Jimmy Carter autorizou a entrada do xá nos EUA. Pahlavi buscaria tratamento para um câncer. Esse foi o estopim para a ruptura formal com Washington.

    Grupos e líderes específicos agiram diretamente no rompimento.

    Os 52 prisioneiros foram libertados após 444 dias. A libertação ocorreu após a posse de Ronald Reagan. Os Acordos de Argel garantiram a libertação.

    A ausência de embaixadas gerou retórica hostil. Sanções tecnológicas e conflitos por procuração se intensificaram. O Irã patrocina o “Eixo da Resistência”. Hezbollah, Hamas e houthis fazem parte dessa rede.

    Fonte: Agência Central de Notícias

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