O Irã construiu cidades de mísseis sob as montanhas de Zagros e Alborz. Essas instalações protegem mísseis, drones e caças contra ataques. A estratégia garante ao país profundidade estratégica e poder de retaliação.
As bases subterrâneas resistem a ataques aéreos. O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) protege seu arsenal. A rocha sólida torna obsoletas as munições convencionais.
Essas cidades de mísseis são autossuficientes. Túneis com mais de 15 metros abrigam lançadores de mísseis. Sistemas industriais autônomos mantêm o ambiente interno.
A rocha natural impede a detecção por satélites e radares. A profundidade das instalações anula o impacto de mísseis e bombas. A proteção geológica é a principal defesa.
Em 2023, o Irã revelou a base aérea subterrânea Oghab 44. A instalação abriga caças e bombardeiros. A base protege a frota aérea contra ataques preventivos.
A inteligência militar enfrenta desafios para detectar as bases. Radares de penetração no solo têm limitações. Agências desenvolvem novas tecnologias de detecção.


