Fabiana Bolsonaro (PL), deputada estadual de SP, gerou controvérsia. Ela pintou o rosto e braços para se parecer com uma pessoa negra. A deputada alega ser um “experimento social”. O objetivo era criticar Erika Hilton, deputada federal.
Fabiana questiona a eleição de Erika Hilton para a Comissão dos Direitos da Mulher. Ela argumenta que Erika não representa as mulheres. Segundo Fabiana, uma pessoa trans não pode entender as experiências femininas.
A deputada comparou sua atitude com a de Erika Hilton. Ela disse que maquiar-se de negra não a faz sentir o racismo. Similarmente, Erika Hilton não saberia o que uma mulher passa, segundo ela.
Mônica Seixas (PSOL) acusou Fabiana de racismo e blackface. Ela exigiu a suspensão da sessão legislativa. Mônica Seixas registrou queixa na delegacia da Alesp.
Blackface é uma prática racista do século XIX. Brancos usavam maquiagem para caricaturar pessoas negras. Historicamente, a prática reforçou estereótipos e opressão. Fabiana Bolsonaro não é parente de Jair Bolsonaro.
A prática zomba de características físicas e perpetua opressão. Não é apenas maquiagem, mas racismo estrutural. Busca apagar a humanidade de pessoas negras.


