O Eixo da Resistência, liderado pelo Irã, está sob pressão. A aliança enfrenta desafios após conflitos com EUA e Israel em 2026. Essa coalizão visa expandir a influência iraniana no Oriente Médio. Ela combate a presença americana e israelense na região.
Em março de 2026, a guerra aberta mudou tudo. Uma ofensiva de Washington e Tel Aviv matou o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei. Em resposta, Teerã bloqueou o Estreito de Ormuz e ordenou ataques coordenados. Milícias sob seu comando executaram os ataques.
O Eixo da Resistência nasceu após a Revolução Islâmica de 1979. O Irã adotou uma doutrina de oposição à influência estrangeira. A estratégia de “defesa avançada” surgiu após a Guerra Irã-Iraque. O objetivo é lutar contra inimigos fora das fronteiras iranianas.
A Força Quds operacionaliza o financiamento e a logística. Essa unidade de elite da Guarda Revolucionária Iraniana atua no exterior. O Irã oferece expertise, rotas de contrabando, petróleo e subsídios.
O Hezbollah é uma extensão dos interesses iranianos no Mediterrâneo. Mesmo sob pressão, o grupo recebe cerca de US$ 60 milhões mensais do Irã. A estrutura financeira do Hezbollah inclui o sistema Al Qard al Hasan.
Os Houthis garantem o controle iraniano na entrada do Mar Vermelho. O Irã apoia os rebeldes no Iêmen.
*Fonte: (Não especificada no texto original)*


