Um porta-aviões nuclear dos EUA opera no Golfo Pérsico. Ele representa o poder militar mais letal do mundo. Projetado para décadas de operação, dispensa reabastecimento.
O navio funciona como base aérea flutuante. Ele lança dezenas de caças e coordena ataques precisos. Sua presença dissuade ameaças, protege o comércio e garante resposta tática.
O porta-aviões lidera um Grupo de Batalha (CSG). Essa formação tática complexa ataca e se defende. A frota dos EUA tem navios das classes Nimitz e Gerald R. Ford.
Os navios deslocam 100 mil toneladas. Reatores nucleares garantem energia ilimitada. Velocidades superam 56 km/h. Sistemas de radar e catapultas são alimentados.
A tripulação varia de 4.000 a 5.000 militares. O poder reside na integração da força aérea. O arsenal bélico se une aos navios de escolta.
A letalidade do CSG tem camadas de ataque e defesa. Elas cobrem ar, mar e ambiente submarino. A operação exige sincronia em três frentes.
A Ala Aérea Embarcada é o núcleo ofensivo. Ela tem de 65 a 90 aeronaves. Caças F/A-18 Super Hornet e F-35C Lightning II se destacam.
Jatos EA-18G Growler dão suporte eletrônico. Aeronaves E-2D Hawkeye são radares aéreos. O sistema EMALS lança até 160 voos diários.
Cruzadores Ticonderoga e contratorpedeiros Arleigh Burke protegem o porta-aviões. O sistema Aegis e VLS equipam os navios. Eles disparam mísseis Tomahawk.
Mísseis Standard interceptam ameaças aéreas. Submarinos nucleares de ataque rápido protegem o grupo. Eles rastreiam submarinos inimigos e coletam informações.


