O governo dos EUA tem o maior orçamento militar do mundo. Em 2025, serão US$ 895 bilhões. Esse dinheiro alimenta um complexo industrial de empresas privadas.
Essas empresas fabricam desde munições até caças e IA. Conflitos na Ucrânia e Oriente Médio aumentaram a demanda. A corrida tecnológica contra a China também contribui.
As vendas de armas das 100 maiores empresas atingiram US$ 679 bilhões em 2024. Empresas americanas concentram quase metade desse valor.
O orçamento militar cobre salários, infraestrutura e novas tecnologias. O governo americano é o principal cliente de empresas privadas.
Esse modelo fomenta a inovação. Mas também concentrou o mercado em cinco grandes empresas. Elas ditam o ritmo da produção bélica.
O Departamento de Defesa (DoD) financia a pesquisa de novas tecnologias. Empresas competem por contratos de design e prototipagem.
Mísseis hipersônicos, radares e softwares de guerra eletrônica estão em desenvolvimento. Após aprovação, o governo assina contratos de produção.
A produção em larga escala enfrenta desafios. Escassez de mão de obra e gargalos causam atrasos e custos extras.
Contratos de suporte, atualização e manutenção garantem receitas por décadas. Empresas de tecnologia também ganham espaço nesse mercado.
Empresas como SpaceX, Palantir e Anduril fornecem sistemas autônomos. Elas também oferecem arquitetura em nuvem para o setor militar.


