Cláudio Castro renunciou ao cargo de governador do Rio de Janeiro. Ele anunciou a decisão nesta segunda-feira (24). A renúncia ocorre antes do julgamento do TSE. O tribunal pode torná-lo inelegível. A acusação é abuso de poder político e econômico.
“Encerro meu tempo à frente do governo,” disse Castro. Ele agora busca “novos projetos”. Castro se declarou pré-candidato ao Senado. Ele afirmou que sai de cabeça erguida.
A saída foi comunicada em cerimônia no Palácio da Guanabara. Para concorrer em 2026, é preciso deixar o cargo seis meses antes. Sem vice-governador, deputados elegerão um substituto em 30 dias. Thiago Pampolha deixou o cargo em maio de 2025.
O julgamento de Castro foi interrompido em 10 de março. Kassio Nunes Marques pediu mais tempo para análise. Carmen Lúcia marcou a retomada para 24 de março. O placar atual é 2 a 0 pela cassação. Faltam cinco votos.
Se for condenado, Castro pode ficar inelegível por oito anos. Maria Isabel Galotti votou pela cassação em novembro de 2025. Antônio Carlos Ferreira acompanhou a relatora na sessão desta terça-feira.
Em maio de 2024, o TRE-RJ absolveu Castro. A acusação era de contratações irregulares na Ceperj e UERJ. O MPE alega vantagem eleitoral com 27.665 contratações. O gasto foi de R$ 248 milhões.


