Sistemas de defesa aérea usam radares e interceptadores. Eles neutralizam foguetes e mísseis antes de atingir áreas habitadas.
O Domo de Ferro e o Patriot interceptam mísseis balísticos. É importante diferenciar cada tecnologia no campo de batalha.
O Domo de Ferro neutraliza foguetes de curto alcance. Ele é eficaz contra disparos a poucos quilômetros de distância.
O sistema Patriot defende em uma camada superior. Ele abate mísseis balísticos táticos e aeronaves de alta velocidade.
Radares e algoritmos calculam a trajetória da ameaça. O sistema destrói o alvo no ar em frações de segundo.
A defesa moderna é estratificada. O Domo de Ferro (Iron Dome) é um sistema de curto alcance.
Cada bateria cobre 150 km². Ele identifica alvos de 4 a 70 km de distância. Sua engenharia lida com ataques simultâneos.
O Patriot (Phased Array Tracking Radar to Intercept on Target) é robusto. Ele é voltado para ameaças complexas.
A versão moderna tem mísseis PAC-3 MSE. O alcance é de 40 km contra mísseis balísticos e 60 km contra alvos aerodinâmicos.
Mísseis balísticos atingem altitudes extremas. O Patriot usa radares de banda Ka para rastreamento.
As baterias antimísseis seguem um fluxo operacional. O objetivo é neutralizar o alvo sem esgotar o arsenal.
Radares no solo detectam o lançamento inimigo. O Patriot usa radares LTAMDS ou AN/MPQ-65.
O sistema identifica drones, aeronaves ou mísseis balísticos. O computador de controle de fogo calcula a trajetória.
O Domo de Ferro ignora ameaças em áreas desabitadas. O lançamento do interceptador ocorre com risco à população.
Quando a interceptação é confirmada, os mísseis são disparados. A tecnologia de destruição varia entre os escudos.
O Domo de Ferro é operado por Israel. Cada míssil interceptador Tamir custa de US$ 40 mil a US$ 50 mil.


