O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou a retomada dos testes de feminilidade. A medida visa as Olimpíadas de 2028. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (26).
Após 30 anos, o COI volta a realizar testes genéticos. A admissão nas disputas será para pessoas do sexo biológico feminino. Atletas transgênero e intersexo podem ser excluídas.
O COI revoga regras de 2021. Cada federação definia sua política antes. Agora, atletas com o gene SRY estão excluídas. Exames complexos serão necessários.
A nova política entra em vigor em 2028. A medida não é retroativa. A boxeadora Imane Khelif não terá sua medalha afetada.
Federações e instituições nacionais farão os testes. Os exames serão por saliva, raspado bucal ou sangue. O teste será feito uma vez na vida do atleta.
Atletismo, boxe e esqui já usam a medida. A aplicação enfrenta dificuldades. O COI já usou testes cromossômicos entre 1968 e 1996.
A medida elimina conflitos com Donald Trump. Trump excluiu atletas transgênero do esporte feminino. Cientistas e ONU criticam a medida.
Especialistas da ONU se preocupam com a opacidade do COI. Eles questionam dados sobre vantagem atlética. A medida é considerada um anacronismo.


