A jornalista americana Shelly Kittleson foi sequestrada em Bagdá, Iraque. O sequestro ocorreu nesta terça-feira (31). Forças de segurança iraquianas estão buscando os responsáveis.
O Iraque já prendeu um militante. Ele é ligado a um grupo apoiado pelo Irã. Os Estados Unidos confirmaram a prisão.
Segundo Dylan Johnson, um suspeito foi detido. Ele tem ligações com o grupo paramilitar Kataib Hezballah. O grupo é alinhado ao Irã.
O Ministério do Interior do Iraque se manifestou. Eles confirmaram o sequestro de uma jornalista estrangeira. O Al-Monitor, onde Shelly trabalha, exige sua libertação imediata.
Shelly Kittleson é conhecida por suas reportagens em zonas de guerra. Ela já trabalhou no Afeganistão, Iraque e Síria. Fontes do governo Trump a alertaram sobre o risco de viajar ao Iraque.
Dois carros foram usados no sequestro. Um deles bateu e foi apreendido. O outro veículo fugiu com a jornalista.
As forças de segurança lançaram uma operação. Eles buscam os sequestradores com informações precisas. Um veículo dos criminosos capotou durante a fuga. Um suspeito foi preso.
Ainda não se sabe se o sequestro está relacionado à guerra no Oriente Médio. Milícias iraquianas apoiadas pelo Irã atacam instalações dos EUA no Iraque com frequência.
A embaixada dos EUA alerta sobre o risco de sequestros. Eles recomendam que americanos deixem o país desde fevereiro. Milícias iraquianas já sequestraram estrangeiros antes.
Em 2023, Elizabeth Tsurkov desapareceu em Bagdá. Ela foi mantida em cativeiro pela milícia Kataib Hezbollah. O grupo nunca assumiu a responsabilidade.


