O MDB já dominou Mato Grosso do Sul. Agora, o partido enfrenta dificuldades. A Assembleia Legislativa pode ter uma bancada mínima do MDB nos próximos anos.
André Puccinelli, ex-governador, ainda lidera o MDB. Ele aposta em seus votos para manter o partido relevante. Puccinelli estima ter 15 mil votos a mais que Zeca do PT.
Na última eleição, Zeca obteve 47.193 votos. Se Puccinelli alcançar 60 mil votos, o MDB garante uma vaga. Os demais candidatos precisariam de 60 mil votos para mais duas cadeiras.
A realidade do MDB é mais desafiadora. Márcio Fernandes foi para o PL. Renato Câmara se juntou ao Republicanos. Eles eram deputados eleitos pelo partido.
O plano inicial era eleger de quatro a cinco deputados. Agora, Puccinelli almeja três. Eduardo Rocha, ex-deputado, filiou-se ao PSDB. A situação do MDB piorou.
Rocha tentou Republicanos e PP, sem sucesso. Puccinelli está insatisfeito com as articulações. O partido não é prioridade nas disputas eleitorais.
Em 2022, o MDB apoiou a reeleição de Eduardo Riedel e Reinaldo Azambuja. Simone Tebet ainda integrava o partido. O apoio antecipado distanciou o MDB das prioridades.
Puccinelli e filiados não romperam o acordo. Eles observam o encolhimento do partido. O MDB já foi forte no governo de Puccinelli.


