Em 1988, EUA e Irã se enfrentaram no Golfo Pérsico. A Operação Louva-a-Deus marcou um ponto crucial. Os EUA neutralizaram a frota iraniana em um dia. Isso estabeleceu novos precedentes bélicos.
O Golfo Pérsico é vital para a economia mundial. O trânsito de petróleo gera tensões e disputas. Em 18 de abril de 1988, ocorreu a Operação Louva-a-Deus. Foi a maior operação naval dos EUA desde a Segunda Guerra Mundial.
A ação foi uma resposta ao uso de minas iranianas. A fragata USS Samuel B. Roberts quase afundou. Para entender a tensão atual, é preciso relembrar esse conflito. Ele redefiniu o combate no mar.
A Guerra Irã-Iraque (1980-1988) gerou a operação. Ambos os países atacaram navios mercantes. O objetivo era prejudicar a economia do inimigo. O Iraque atacava navios iranianos, o Irã, navios de países que apoiavam o Iraque.
O Kuwait pediu proteção internacional devido ao risco no fornecimento de petróleo. Os EUA responderam com a Operação Earnest Will. Eles escoltaram navios kuwaitianos com a bandeira americana. O Irã reagiu com táticas de guerra assimétrica.
Em 14 de abril de 1988, a USS Samuel B. Roberts foi atingida por uma mina. Houve danos e feridos. Os EUA encontraram minas iranianas e justificaram uma ação punitiva.
O Pentágono criou a Operação Louva-a-Deus. O objetivo era danificar a infraestrutura militar iraniana. A frota americana foi dividida em Grupos de Ação de Superfície (SAG). A ordem era destruir as plataformas de Sirri e Sassan e afundar navios iranianos.
Os EUA usaram destróieres, fragatas e apoio aéreo. O Irã usou navios de patrulha e fragatas. A tecnologia americana era superior.
As tropas americanas invadiram Sassan. Capturaram documentos e destruíram a plataforma. A instalação de Sirri foi neutralizada por fogo naval. O navio iraniano Joshan atacou com um míssil Harpoon. Os EUA se defenderam e afundaram o navio.
A fragata iraniana Sahand tentou atacar aviões americanos. Ela foi atingida por mísseis Harpoon e bombas guiadas.
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