A disputa acirrada por vagas na Câmara Federal preocupa. A chapa do União Progressista pode custar mandatos em MS. Os arranjos saíram do controle. Há muitos candidatos fortes no mesmo grupo.
A situação lembra um grupo da morte na Copa do Mundo. Brasil, França e Argentina disputariam apenas duas vagas. A chapa provoca uma “guerra” por votos. Rose Modesto (União), Geraldo Resende (União), Dagoberto Nogueira (PP) e Luiz Ovando (PP) são os favoritos.
Geraldo, Dagoberto e Luiz Ovando buscam a reeleição. Rose Modesto é a grande aposta do grupo. Internamente, um “milagre” elegeria todos. Um deputado pode ser “eliminado”.
Para eleger mais, o grupo precisa de muitos votos. A meta é ter dois candidatos com mais de 100 mil votos. A realidade atual aponta para dois eleitos. Um terceiro pode ser eleito, dependendo dos resultados.
Em 2018, o PSDB elegeu três deputados federais. O partido obteve 316.966 votos. O quociente eleitoral foi de 175 mil votos. Beto Pereira e Geraldo Resende foram os mais votados.
Dagoberto foi o terceiro eleito da chapa. O PSDB teve uma média de 35.218 votos por candidato. O PL elegeu dois deputados. Marcos Pollon foi o mais votado.
Vander Loubet e Camila Jara foram eleitos pelo PT. A votação expressiva da chapa define o número de cadeiras. É preciso ter candidatos com muitos votos e outros que complementem a votação.


