O Irã intensificou o controle sobre o Estreito de Ormuz. A Guarda Revolucionária Islâmica (GRI) alega ter total controle. Teerã impede a passagem de embarcações desde 28 de fevereiro. A ação é uma resposta à operação EUA-Israel.
Cerca de 20% do petróleo mundial passa pelo Estreito. O bloqueio elevou os preços dos combustíveis globalmente. Restabelecer o tráfego é uma prioridade urgente. Governos divergem sobre a situação exata da hidrovia.
Autoridades iranianas restringem a passagem a EUA, Israel e aliados. Navios de outros países podem passar, segundo o Irã. O chanceler iraniano Abbas Araghchi falou com a Filipinas. Ele garantiu uma abordagem “responsável” para navios “não hostis”.
A GRI declarou que o Estreito está sob “pleno controle” da Marinha. A reabertura não ocorrerá por “encenações” de Trump, informou a GRI. Trump afirmou que o tráfego será restaurado com o fim do conflito. Ele previu o fim do confronto em “duas ou três semanas”.
A Rússia recebeu garantias de livre passagem. O embaixador russo Alexey Dedov confirmou isso. A China também afirmou que seus navios navegaram com assistência. A porta-voz Mao Ning deu a declaração.
Países europeus hesitaram em enviar marinhas inicialmente. O aumento do custo da energia mudou a situação. Eles agora buscam uma coalizão para proteger seus interesses.
Fonte: Agências de Notícias


