A General Atomics desenvolveu o MQ-9 Reaper. Ele é a principal aeronave militar não tripulada dos EUA. Cada unidade custa cerca de US$ 32 milhões. O drone substitui tropas em solo, voando a 15 mil metros.
O MQ-9 Reaper combina vigilância contínua com 1.700 kg de armamentos. No Oriente Médio, ele monitora bases de milícias. O drone também executa líderes de alto escalão em operações aéreas remotas.
O projeto nasceu nos anos 2000 como evolução do MQ-1 Predator. O objetivo era transformar um drone de reconhecimento em máquina de guerra. O Departamento de Defesa queria um “caçador-assassino”.
Com 11 metros de comprimento e 20 metros de envergadura, o drone é similar a um jato executivo. Um motor turboélice Honeywell de 900 cavalos o impulsiona. Ele atinge 480 km/h e tem raio de ação de 1.850 km.
O MQ-9 Reaper possui sete suportes sob as asas para mísseis. Ele opera sem tripulação a bordo. Mas exige telecomunicações para transferência de dados.
As missões no Oriente Médio são comandadas dos EUA. Uma equipe tática, com piloto e operador de sensores, controla o drone. A comunicação ocorre via satélites de defesa em tempo real.
O sistema usa o MTS-B para visualizar o campo de batalha. Ele combina câmeras HD, sensores infravermelhos e radares. Assim, ele detecta ameaças no solo.
O operador usa um laser para “pintar” o alvo. Os mísseis perseguem o reflexo do laser até o impacto. A precisão busca conter vítimas civis durante o combate.
A adoção do Reaper mudou a guerra no Oriente Médio. Ele é usado para inteligência e intervenções rápidas. Em 2020, os EUA destacaram a precisão do drone ao matar o general iraniano Qasem Soleimani.
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