O Ministério Público Eleitoral (MPE) se manifestou contra a candidatura de Carlos Bernardo. Ele é empresário e filiado ao União Brasil. A manifestação foi protocolada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/MS).
O procurador Silvio Pettengill Neto defende a inelegibilidade de Bernardo até 2028. A razão é uma doação ilegal feita em 2020. A doação comprometeu a isonomia da eleição, segundo o MPE.
Carlos Bernardo doou R$ 90 mil acima do permitido por lei. O valor representou 26,58% da arrecadação do candidato beneficiado. O MPE considera impossível ignorar a influência dessa doação.
O dinheiro chegou à conta do candidato dois dias antes da eleição. Para o procurador, essa injeção de recursos causou desequilíbrio na disputa. O TRE/MS já notificou Carlos Bernardo.
Bernardo tem sete dias para apresentar sua defesa. Após esse prazo, o caso será julgado pelo TRE/MS. Caso seja impedido, será a terceira baixa na chapa.
Jaime Verruck, Viviane Luiza e Roberto Hashioka já deixaram o grupo. As mudanças ocorreram após a chegada de Dagoberto Nogueira e Geraldo Resende.


