Muitas vezes, a violência não deixa marcas visíveis. A perícia revela detalhes cruciais. Ela transforma relatos em provas concretas.
Vestígios são essenciais. Marcas, sinais e inconsistências revelam a verdade. DNA e impressões digitais ligam suspeitos ao crime.
A Polícia Científica atua em todo Mato Grosso do Sul. Ela atende desde o local do crime até os exames laboratoriais.
Em feminicídios e agressões, a coleta de provas é fundamental. Análises identificam vestígios biológicos relevantes.
Exames de corpo de delito documentam lesões. Eles sustentam o que não se vê no primeiro momento. Necropsias esclarecem mortes violentas.
O atendimento está integrado à rede de proteção à mulher. Isso facilita o acesso e o acolhimento das vítimas.
Em Campo Grande, o IMOL na Casa da Mulher Brasileira completa três anos. O exame é feito no mesmo local do acolhimento.
A seção registrou aumento nos atendimentos. Foram 618 em 2023, 810 em 2024, 1.524 em 2025 e 385 em 2026.
Em Dourados, o Projeto Acalento oferece atendimento integrado. Vítimas têm acesso à saúde e exames médico-legais.
Essa iniciativa evita que a mulher percorra várias instituições. Ela contribui para o cuidado contínuo e a preservação de vestígios.
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