A SES (Secretaria de Estado de Saúde) criou um fluxo emergencial para casos graves de chikungunya. A medida visa agilizar o atendimento e a transferência de pacientes. A Resolução SES/MS nº 555 oficializa a ação. Ela foi publicada na terça-feira (7).
Casos graves (prioridades P1.0 e P1.1) terão decisão em até uma hora. O objetivo é garantir resposta rápida e evitar agravamento ou morte. A resolução também normatiza a “vaga zero”. Esse recurso permite transferência imediata mesmo sem leitos disponíveis. Isso preserva vidas em situações extremas.
A iniciativa ocorre devido à emergência em Dourados. A cidade enfrenta uma epidemia de chikungunya. Dados mostram alta taxa de positividade (72% a 79%). Houve registro de casos graves, gestantes e óbitos em 2024.
Segundo a secretária Crhistinne Maymone, a medida agiliza a assistência. A rede de saúde está sob alta pressão. O fluxo prioriza a articulação entre as centrais de regulação. O HU-UFGD e o HRD serão referências em Dourados. A resolução detalha critérios clínicos para classificação dos pacientes.
A padronização da resposta assistencial é um dos objetivos. A medida busca reduzir gargalos e ampliar o acesso a leitos. A comunicação entre os serviços de saúde também será aprimorada.


