O Irã proibiu a passagem de petroleiros pelo Estreito de Ormuz novamente. A decisão ocorreu após ataques israelenses atingirem o Líbano. A agência Fars, ligada ao governo iraniano, divulgou a informação nesta quarta-feira (8).
Teerã pode romper o acordo de cessar-fogo. Israel teria violado a trégua com os ataques no Líbano. O bloqueio acontece após a liberação da rota, com aval do Irã.
Donald Trump, presidente dos EUA, aceitou as condições iranianas para a trégua. Os navios NJ Earth e Daytona Beach cruzaram o estreito após a permissão. Cerca de 20% do petróleo mundial passa por essa região.
Uma fonte do governo iraniano declarou à agência Tasnim. O Irã considera abandonar o acordo temporário. A suspensão de ataques ao Líbano era parte do plano de cessar-fogo. O Irã classificou as ações como uma violação.
As Forças Armadas do Irã identificam alvos para retaliar. O país usará a força se os EUA não controlarem Israel. “Se os EUA não controlarem seu cão raivoso, o Irã ajudará pela força”, disse a fonte.
Shehbaz Sharif, primeiro-ministro do Paquistão, fará um encontro. Islamabad receberá delegações dos EUA e Irã nesta semana. O objetivo é negociar um acordo definitivo para solucionar as disputas.
O Paquistão atua como canal de comunicação entre Teerã e Washington. O país espera sucesso nas negociações para alcançar uma paz duradoura. Tanto Irã quanto EUA anunciaram um cessar-fogo de duas semanas.
O conflito começou com ataques de Israel e EUA ao Irã. O líder supremo iraniano morreu nos ataques. O Irã retaliou contra nações do Golfo e Israel. O Líbano também foi envolvido no conflito.
O Hezbollah, apoiado pelo Irã, atacou Israel. Israel respondeu com ataques aéreos, inclusive em Beirute. Uma operação terrestre começou no sul do Líbano.
FONTE: Agência Fars; Agência Tasnim


