A Força de Defesa de Israel (IDF) matou três jornalistas. Os ataques ocorreram na Faixa de Gaza e no Líbano. Entidades representativas de jornalistas criticaram as ações.
No Líbano, Ghada Daikh, da Rádio Sawt Al-Farah, foi assassinada. Suzan Al-Khalil, da TV Al-Manar, também foi morta. Em Gaza, Muhammad Washah, da Al-Jazeera, foi morto.
A IDF assumiu a autoria do atentado contra Washah. O exército israelense alegou que ele era terrorista do Hamas. A Al-Jazeera negou a acusação e classificou o ato como ‘crime hediondo’.
A emissora afirmou que Washah trabalhava na empresa desde 2018. Segundo a Al-Jazeera, um drone atingiu o carro de Washah em Gaza. O Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) condenou os assassinatos.
O CPJ afirmou que os assassinatos fazem parte de um ataque à liberdade de imprensa. A organização apelou para que a comunidade internacional intervenha. Israel já matou mais jornalistas do que em qualquer outra guerra na história.
*Agência Brasil
Fonte: Jovem Pan News


