Pré-candidatos ao Senado em MS planejam a escolha de seus suplentes. A eleição de outubro se aproxima. Cada candidato tem direito a dois suplentes. Eles assumem em caso de necessidade.
Financeiramente, os suplentes podem agregar à campanha. Partidos e lideranças também influenciam na escolha. Isso ocorreu em Mato Grosso do Sul nas últimas eleições.
Jair Bolsonaro indicou suplentes que romperam com os titulares. Rodolfo Nogueira foi suplente de Soraya Thronicke. A relação entre eles durou pouco.
Soraya registrou um boletim de ocorrência contra Rodolfo em 2018. Ela alegou ameaças. Rodolfo teria feito ameaças graves.
Bolsonaro também indicou Tenente Portela para Tereza Cristina. Eles são amigos dos tempos de quartel. A relação, no entanto, não é próxima.
Portela pode assumir se Tereza for vice de Flávio Bolsonaro. Ela já declarou que prefere ficar no Senado.
A suplência mais aguardada é a de Reinaldo Azambuja. Muitos acreditam que ele pode disputar o governo. Felipe Matos é o nome mais cotado.
Soraya Thronicke, Vander Loubet e Nelsinho Trad não citaram nomes. As escolhas dos suplentes seguem indefinidas.
Suplentes de Marisa Serrano se destacaram. Ela deixou o cargo para o Tribunal de Contas. Antônio Russo e Ruben Figueiró assumiram a vaga.
Pedro Chaves também assumiu como suplente. Ele substituiu Delcídio do Amaral após a cassação.


