Em uma quinta-feira, 4 de junho, durante sua gestão na Casa Branca, o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez declarações impactantes sobre política externa, abordando temas como Cuba, Venezuela, Índia e o conflito na Ucrânia. As falas ocorreram após um evento destinado a anunciar medidas para a indústria do carvão, onde Trump afirmou que a população cubana “desejava terrivelmente” que Washington tomasse conta do país e prometeu tal intervenção.
Naquela ocasião, Trump expressou a intenção de “cuidar de Cuba” após resolver a questão com o Irã, vislumbrando possíveis investimentos na ilha. Ele também minimizou a autonomia cubana, declarando que “Cuba não seria nada sem a ajuda da Venezuela”.
O então presidente americano também fez declarações controversas sobre a Venezuela, afirmando que os EUA haviam “recuperado muitas vezes” os custos de uma ofensiva que, segundo ele, “retirou do poder o ditador Nicolás Maduro, em janeiro”. Trump garantiu que “o dinheiro da Venezuela agora vem para nós e para eles”, embora a situação política venezuelana tenha se desenrolado de forma diferente da descrita à época.
Em relação à Índia, Trump criticou o que chamou de “aproveitamento” do país asiático, que, segundo ele, “se aproveitou dos EUA por muitos anos sem pagar tarifas”, e manifestou o desejo de um novo acordo comercial. Sobre o conflito na Ucrânia, o ex-presidente sugeriu que Moscou e Kiev deveriam buscar “compromissos e meio termo” para a paz, concluindo suas declarações com uma autoconfiante afirmação: “Acabei com oito guerras, posso acabar com a nona e a décima”.


