Confronto em Cassilândia: Suspeitos de Homicídio Identificados
Suspeitos de um homicídio ocorrido em Cassilândia foram identificados após um confronto. Joabi Gonçalves Andrade da Silva, 26, conhecido como “Sucuri”, e Pedro Henrique Silva Barbosa, 40, vulgo “Pedrinho”, morreram. Um terceiro homem, 23, foi preso.
O grupo foi localizado em uma área rural de Cassilândia na madrugada de quarta-feira, dia 5. Eles são apontados por envolvimento na execução de Márcio Aparecido da Silva Filho, 27. Márcio foi morto em 1º de agosto. Uma criança de 3 anos, enteada de Márcio, também morreu no ataque.
Detalhes do Confronto Policial
A ação policial ocorreu por volta das 2h30, após uma denúncia recebida. Equipes do Batalhão de Choque participaram da operação na área rural. No local, os policiais encontraram diversas armas de fogo e entorpecentes. O confronto resultou na morte dos dois suspeitos.
Material Apreendido em Cassilândia
- 01 revólver calibre .38, com 05 munições
- 01 revólver calibre .32, com 03 munições intactas e 03 deflagradas
- 01 revólver calibre .22, com 06 munições
- 01 espingarda calibre .22
- 03 tabletes de maconha
- 01 balança de precisão
Comunicação Atribuída a Facção
Um comunicado em um perfil no TikTok foi atribuído ao Comando Vermelho. A mensagem sugeriu que a execução do pai e da criança foi ordenada pelo PCC. O texto afirma que o Comando Vermelho não cometeu o crime. Ele também lamenta a morte de inocentes.
O comunicado menciona: “Viemos, através deste, comunicar e deixar à transparência à toda a população cassilandense que o homicídio ocorrido que motivou o óbito de Márcio na data do dia 01/08/2026 em Cassilândia, onde também veio a tirar a vida de uma criança de 3 anos e 8 meses, e ferir outra criança com estilhaços, não partiu da organização Comando Vermelho e sim da própria facção do PCC. Por falta de cautela, acabou tirando vidas de inocentes”.
Ainda segundo o texto: “Nossa organização, Comando Vermelho, não admite erro em hipótese nenhuma, ainda mais se tratando de vida. Somos cautelosos em nossas ações e jamais iremos tirar vidas de inocentes pela nossa organização”. A autenticidade da mensagem não foi confirmada. As autoridades seguem investigando o caso.
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