Novas regras contra cera da CBF elevam tempo de bola rolando para 55min29s no Brasileirão
A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) registrou um aumento de cerca de 5% no tempo de bola rolando no Campeonato Brasileiro Série A já no primeiro fim de semana de vigência das novas regras contra a cera. A média subiu de 52 minutos e 54 segundos para 55 minutos e 29 segundos, superando ligas europeias como Inglaterra, Espanha e Itália.
Aumento de 5% no tempo de jogo efetivo
Segundo a CBF, antes da pausa para a Copa do Mundo o tempo médio era de 52min54s. Após os nove jogos do sábado e domingo (15 e 16 de agosto), o índice alcançou 55min29s. A meta da Fifa é de 60 minutos. A rodada será concluída nesta segunda-feira (17) com Internacional x Remo às 20h.
Medidas contra a cera entram em vigor
As novas regras foram aprovadas pelos clubes no dia 10 de agosto e visam reduzir atrasos intencionais. As principais medidas incluem:
- Atendimento ao goleiro: se o arqueiro precisar de atendimento médico, o técnico ou capitão deve indicar um jogador de linha que ficará fora por um minuto. No jogo Vasco x Santos, Neymar precisou sair temporariamente.
- Tiro de meta: limite de cinco segundos para a cobrança.
- Substituição: jogador substituído tem 10 segundos para deixar o campo.
Netto Góes, diretor de arbitragem da CBF, avaliou como positivo o balanço: “Esse primeiro fim de semana traz um balanço muito positivo. Ainda é prematuro falar em consolidação, mas já foi possível perceber avanços importantes. O aumento do tempo de bola rolando contribui para um jogo mais fluido e dinâmico”.
Lei Vini Jr. também é aplicada
Outra mudança não relacionada ao cronômetro é a chamada “Lei Vini Jr.”: jogadores que cobrirem a boca durante discussões serão punidos com cartão vermelho. A regra já foi aplicada no jogo Vitória x Botafogo, com a expulsão de Arthur Cabral após o apito final.
Próximas etapas de implementação
Na Série B, as novas regras entram em vigor a partir desta terça-feira (18), na partida entre Londrina e Atlético-GO. A Copa do Brasil (masculina e feminina) e a Série A1 do Brasileirão Feminino também adotarão as medidas.
A árvore que fornece remédio e corante
Além do fruto e da madeira resistente, partes da árvore da guavira e de plantas nativas vizinhas eram usadas historicamente pelas comunidades locais para infusões medicinais e tingimento natural.
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