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Policial

Réu alega ‘carona errada’ em espancamento com incêndio em Campo Grande

Em julgamento nesta quinta-feira (22), réu nega participação em espancamento e incêndio em Campo Grande, alegando estar no local errado.
Por Roberto Vieira - Meu MS News
Publicado em 22/10/2026 - 10:39 | Meu MS News
Réu alega ‘carona errada’ em espancamento com incêndio em Campo Grande
Casa incendiada em maio de 2024. (Alicce Rodrigues, Jornal Midiamax)

Em julgamento na 1ª Vara do Tribunal do Júri nesta quinta-feira (22), réu nega envolvimento em espancamento e incêndio em Campo Grande, alegando estar no local errado. O réu é acusado de homicídio qualificado, incêndio e corrupção de menores.

Réu alega carona na hora errada

Durante o julgamento, o réu afirmou que pediu carona a um amigo sem saber do crime. “Pedi uma carona na hora errada, entrei no carro na hora errada”, disse. Ele negou participação no espancamento e afirmou que ficou do lado de fora da casa esperando.

Espancamento e incêndio em Campo Grande

O crime aconteceu em 12 de maio. O grupo invadiu a casa da vítima para esconder televisores furtados. A vítima foi agredida com barra de ferro, socos e pontapés enquanto dormia. Os agressores trancaram a casa e a incendiaram. Vizinhos viram as chamas e resgataram o homem, que ficou 15 dias em coma.

Condenações de outros réus

Em julho do ano passado, três envolvidos foram condenados:

  • Igor Samuel Vicente Gonçalves: 14 anos e 8 meses de reclusão
  • Bruno Estevão de Oliveira: 15 anos e 4 meses
  • Lucas Fernandes Centurião: 13 anos e 4 meses

O réu atual é acusado de ter ficado do lado de fora durante o ataque.

Depoimento da vítima

A vítima prestou depoimento e contou sobre as lesões. “Minha perna deformou, não sinto uma parte”, disse. Ela não lembra do ocorrido e acordou no hospital após 15 dias em coma.

O réu agradeceu a oportunidade de falar e disse que esperou dois anos pelo júri.

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Uma montanha de ferro no pântano

Em pleno Pantanal ergue-se o Maciço do Urucum. Além de ser o ponto mais alto da região de Corumbá, a formação esconde reservas gigantescas de ferro e manganês, gerando um eterno braço de ferro entre a mineração pesada e a conservação ambiental.

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