Justiça de MS procura irmãos acusados de vender cocaína a traficante
Justiça de MS publica edital para localizar irmãos foragidos acusados de tráfico de cocaína na Operação Infiltrados.
Justiça publica edital para irmãos foragidos
A 8ª Vara Criminal de Campo Grande publicou edital de citação para Carlos Alberto Alves Fonseca e Paulo Sérgio Alves Duarte. Os dois são denunciados por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Segundo o Gaeco, eles mantinham um depósito de entorpecentes na capital.
Como ambos estão em local incerto ou não sabido, a Justiça concedeu prazo de 15 dias para citação por edital. O documento também prevê a apresentação de resposta escrita à acusação no prazo legal, após a citação.
Irmãos negociaram nove quilos de cocaína
De acordo com a denúncia do Ministério Público, os irmãos comercializavam cocaína com Lucas da Silva dos Santos, o “LK”. A negociação envolvia nove quilos da droga, ao preço de R$ 17 mil por quilo. LK é apontado como articulador de um esquema de desvio de entorpecentes com participação de policiais.
- Droga: nove quilos de cocaína
- Valor: R$ 17 mil por quilo
- Esquema: LK repassava informações a policiais
A investigação afirma que LK fazia “jogo duplo”. Enquanto negociava a compra, repassava a policiais a localização do depósito e a movimentação dos fornecedores. O objetivo era interceptar o carregamento e desviar os entorpecentes para venda pela organização criminosa.
Carlos Alberto e Paulo Sérgio não foram denunciados como integrantes da organização criminosa responsável pelo desvio. O edital os convoca a responder formalmente às acusações.
Operação Infiltrados mira policiais em MS
A Operação Infiltrados foi deflagrada pelo Gaeco em 24 de setembro de 2026. Ela investiga agentes de segurança pública suspeitos de desviar drogas apreendidas e repassá-las para comercialização ilegal. Nesta semana, o Gaeco deflagrou a segunda fase da operação.
- 1ª fase: 11 presos, incluindo o delegado Hoffman D’Ávila Cândido e Sousa
- 2ª fase: nove policiais da Defron e o delegado Guilherme Scucuglia, ex-chefe da unidade
Guilherme Scucuglia esteve à frente da Defron em 2025 e atualmente está lotado na Derf. O MP denuncia o grupo por organização criminosa, tráfico, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro.
Cauda de jacaré no menu legal
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