O bloco diz ainda que reiteradamente declarou que Nicolás Maduro carece da legitimidade de um presidente democraticamente eleito
Nas redes sociais, Lula afirmou que as ações ‘ultrapassam uma linha inaceitável’ e ‘representam uma afronta gravíssima à soberania’ do país vizinho
Em encontro que durou aproximadamente duas horas, o Brasil foi representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, que reforçou a posição adotada pelo presidente Lula
No comunicado, lido pelo ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, em uma transmissão do canal estatal “Venezolana de Televisión” (VTV), o alto comando militar venezuelano disse estar “unido e coeso diante da agressão imperial”
Maduro e Flores permanecem desde a noite de sábado detidos no Centro de Detenção Metropolitano (MDC) do Brooklyn
Yván Gil também disse que a ofensiva violou a carta da ONU que diz que os países devem resolver suas divergências de maneira pacífica
Hoje, países membros da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) se reuniram de forma virtual para discutir a ação americana em território venezuelano
‘Um mundo regido por exceções, por dois pesos e duas medidas, ou por esferas de influências rivais é um mundo mais perigoso’, declarou o secretário-geral Alain Berset
Mais cedo, em entrevista à emissora americana CBS News, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o governo americano irá trabalhar com as atuais lideranças da Venezuela
“Manifestamos nossa preocupação diante de qualquer tentativa de controle governamental, de administração ou apropriação externa de recursos naturais ou estratégicos, o que se mostra incompatível com o direito internacional e ameaça a estabilidade política, econômica e social da região”, diz um dos trechos do comunicado
Em um pronunciamento televisivo, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, também instou os cidadãos ‘à paz, à ordem e a não cair nas tentações da guerra psicológica e da ameaça do medo que os querem impor’
Segundo o Ministério das Relações Exteriores, o objetivo é ‘salvaguardar a segurança nacional’, uma vez que o país ‘não permitirá o uso abusivo nem indevido dos dispositivos de asilo e refúgio’
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