Yván Gil também disse que a ofensiva violou a carta da ONU que diz que os países devem resolver suas divergências de maneira pacífica
Hoje, países membros da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) se reuniram de forma virtual para discutir a ação americana em território venezuelano
‘Um mundo regido por exceções, por dois pesos e duas medidas, ou por esferas de influências rivais é um mundo mais perigoso’, declarou o secretário-geral Alain Berset
Mais cedo, em entrevista à emissora americana CBS News, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o governo americano irá trabalhar com as atuais lideranças da Venezuela
“Manifestamos nossa preocupação diante de qualquer tentativa de controle governamental, de administração ou apropriação externa de recursos naturais ou estratégicos, o que se mostra incompatível com o direito internacional e ameaça a estabilidade política, econômica e social da região”, diz um dos trechos do comunicado
Em um pronunciamento televisivo, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, também instou os cidadãos ‘à paz, à ordem e a não cair nas tentações da guerra psicológica e da ameaça do medo que os querem impor’
Segundo o Ministério das Relações Exteriores, o objetivo é ‘salvaguardar a segurança nacional’, uma vez que o país ‘não permitirá o uso abusivo nem indevido dos dispositivos de asilo e refúgio’
“Não temos forças americanas em solo venezuelano. Eles ficaram apenas cerca de duas horas quando foram capturar Maduro”, disse o chefe da diplomacia americana à emissora “NBC News”.
Manifestações de repúdio e de comemoração foram registradas em países da América Latina e em outras regiões do mundo
Governo chinês, que é um dos principais parceiros políticos e econômicos da Venezuela, defende que a operação dos Estados Unidos ‘violou claramente’ o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais
Após a operação que capturou e retirou do país Nicolás Maduro, o secretário do governo Trump afirmou que, caso contrário, os ‘Estados Unidos manterão diversas ferramentas de pressão’
O encontro abordará ainda temas estruturais da agenda regional, como desarmamento nuclear, agricultura familiar, cultura, energia e meio ambiente, em um contexto de busca por maior autonomia latino-americana
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