No comunicado, lido pelo ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, em uma transmissão do canal estatal “Venezolana de Televisión” (VTV), o alto comando militar venezuelano disse estar “unido e coeso diante da agressão imperial”
Maduro e Flores permanecem desde a noite de sábado detidos no Centro de Detenção Metropolitano (MDC) do Brooklyn
Mais cedo, em entrevista à emissora americana CBS News, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o governo americano irá trabalhar com as atuais lideranças da Venezuela
“Manifestamos nossa preocupação diante de qualquer tentativa de controle governamental, de administração ou apropriação externa de recursos naturais ou estratégicos, o que se mostra incompatível com o direito internacional e ameaça a estabilidade política, econômica e social da região”, diz um dos trechos do comunicado
“Não temos forças americanas em solo venezuelano. Eles ficaram apenas cerca de duas horas quando foram capturar Maduro”, disse o chefe da diplomacia americana à emissora “NBC News”.
Governo chinês, que é um dos principais parceiros políticos e econômicos da Venezuela, defende que a operação dos Estados Unidos ‘violou claramente’ o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais
Após a operação que capturou e retirou do país Nicolás Maduro, o secretário do governo Trump afirmou que, caso contrário, os ‘Estados Unidos manterão diversas ferramentas de pressão’
Durante a oração do Ângelus, pontífice pediu respeito à ‘soberania da Venezuela’ após captura de Maduro pelos EUA e defendeu ‘caminhos de justiça e paz’
Zohran Mamdani afirmou que a ‘tentativa flagrante de mudança de regime não afeta apenas aqueles que estão no exterior, mas também impacta diretamente os nova-iorquinos, incluindo dezenas de milhares de venezuelanos que vivem na cidade’
O presidente da Venezuela e sua esposa, Cilia Flores, serão processados pela Justiça dos Estados Unidos sob acusações de narcotráfico, narcoterrorismo e outros crimes relacionados ao tráfico internacional de drogas
De acordo com a ministra interina do Ministério das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, o Itamaraty segue acompanhando a situação da comunidade brasileira no país
Petista se afastou do chavista desde o último ciclo eleitoral, mas aliança do passado e coerência sobre defesa da soberania dificultam estreitamento da relação com republicano após invasão
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