Este é um dos movimentos mais intensos de Israel contra os terroristas durante a guerra no Oriente Médio; o governo brasileiro diz, em nota, que acompanha com ‘forte preocupação’ a escalada de tensões na região
Um dia após o ataque que matou 37 pessoas, incluindo terroristas do Hezbollah, aviões de Israel bombardearam o sul do Líbano neste sábado (21)
Devido aos novos bombardeios, primeiro-ministro libanês, Najib Mikati, cancelou ida à Assembleia Geral da ONU após ataque israelense
Ataque é considerado o mais intenso realizado por Israel na capital libanesa desde a guerra de 2006
Conselho de Segurança da ONU debate a intensificação da violência entre Israel e Hezbollah, com preocupações sobre ataques e deslocamento de civis.
Ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, destacou que a dinâmica do conflito está se deslocando do sul, em Gaza, para o norte do país
De acordo com o Ministério da Saúde libanês, o ataque destruiu prédios e veículos e deixou três mortos e 17 feridos; conflito escalou após explosões envolvendo pagers e walkie-talkies
Grupo terrorista afirmou, ainda, que os foguetes foram uma retaliação pelo ataque do Estado judeu a vilas e residências no sul do Líbano
Salami argumentou que as ações israelenses refletem o desespero do que ele chamou de regime sionista
Hassan Nasrallah classificou a ação como o golpe mais grave e sem precedentes na história do conflito
Segundo o Exército israelense foram atacados cerca de 100 lançadores e outras infraestruturas terroristas
Explosões de dispositivos de comunicação causaram 37 mortes e mais de 3 mil feridos, levando a uma crise no sistema de saúde e aumento das tensões com Israel
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