Exército israelense continua a bombardear intensamente diversas áreas do país, mesmo depois de ter sido confirmada a morte do líder do grupo xiita Hezbollah, Hassan Nasrallah
Em carta às Nações Unidas, Teerã apelou por ‘ações imediatas e decisivas’ para conter a ‘agressão contínua de Israel’; Netanyahu falou em ‘ponto de virada’ na luta contra o Hezbollah
Episódio levanta questões sobre a sucessão no grupo islamita e a possível resposta aos ataques israelenses
Bombardeio que atingiu Hassan Nasrallah gerou preocupação global de uma possível escalada do conflito, com o temor de que outros atores, como o Irã e rebeldes houthis, possam se envolver diretamente nas hostilidades
Segundo Moscou, Israel estava consciente desse perigo, mas mesmo assim decidiu agir e ‘matar cidadãos libaneses, o que provocará quase inevitavelmente uma nova onda de violência’
Brasil condenou ‘nos mais fortes termos’ os ataques aéreos israelenses contra zonas civis no país, pedindo também o fim imediato das hostilidades
Grupo xiita limitou-se a anunciar a morte de ex-chefe em uma declaração biográfica e de condolências, sem se referir ao ataque que devastou vários imóveis residenciais em Dahye
Libanês tornou-se líder do grupo em 1992, após o assassinato de seu antecessor, Sayyad Abbas Musawi, pelas forças israelenses
Ali Khamenei advertiu que o povo libanês fará com que o ‘agressor e inimigo maligno’ se arrependa, pontuando que o destino da região será decidido pelas forças de resistência
Ali Karki, o comandante da Frente Sul do Hezbollah, também estaria entre os mortos, de acordo com os militares israelenses
Bombardeios tiveram como alvo lançadores de foguetes, depósitos de armamentos e prédios utilizados por terroristas; mais de 700 pessoas morreram no Líbano, e milhares foram forçadas a abandonar suas casas
Porta-voz das Forças Armadas israelenses revelou que o principal alvo era o líder do grupo terrorista, Hassan Nasrallah, que teria conseguido escapar ileso
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