Após quase um ano de troca de tiros na fronteira, o exército israelense lançou, em 23 de setembro, uma campanha de bombardeios maciços no Líbano e uma semana depois iniciou uma ofensiva terrestre no sul do país
Acordo é proposto pelos Estados Unidos e inclui resolução 1701 da ONU
Primeiro-ministro de Israel garantiu que continuará a ‘tomar medidas’ para impedir o fornecimento de armas ao grupo xiita através da Síria, atacando suas passagens de fronteira
Primeiro-ministro e sua família não estavam no local no momento do ocorrido; incidente ocorreu por volta das 19h30 (horário local) e ainda não teve sua origem esclarecida
Najib Mikati pediu ao país persa que ajude a implementar a resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU, que encerrou a última guerra entre Israel e o Hezbollah, em 2006
Incidente feriu quase três mil pessoas e, combinado com um ataque de walkie-talkies, deixou mais de 37 mortos
Incidente acontece exatamente 40 dias após a morte do líder máximo da organização, um evento que teve grande repercussão na região
Exército israelense justificou a ação no Líbano ao afirmar que havia instalações do Hezbollah na região; operação em Beit Lahiya foi feita porque se acredita que militantes do Hamas estejam se reorganizando
Comandantes do Hezbollah, Abu Ali Rida e Riad Rida Ghazzawi, foram alvos específicos da operação; eles eram considerados iguras-chave no planejamento de ações contra as forças israelenses
Primeiro-ministro de Israel visita a região pela segunda vez em menos de trinta dias; de acordo com o Ministério da Saúde libanês, ofensiva israelense resultou em 3 mortes
‘Um agente de alto nível do Hezbollah, que atua como especialista em seu campo, foi detido’ em Batrun e ‘trasladado para território israelense’, onde ‘está sendo investigado’, disse o militar
Grupo libanês afirma que ofensiva foi uma retaliação aos ‘massacres’ que estão sendo cometidos pelo país governado por Benjamin Netanyahu
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