Comandos militares americanos afirmaram que o objetivo das ofensivas contra as instalações do porto estratégico no Iêmen foi ‘enfraquecer a fonte do poder econômico dos huthis’
Washington realiza ataques aéreos quase diariamente desde 15 de março para tentar acabar com a ofensiva que os houthis efetuam contra navios civis e militares
Ações visam especificamente Said al-Jamal, um alto funcionário houthi que conta com o apoio do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, além de seus associados
Escândalo sacudiu a administração do presidente Donald Trump, que, na terça-feira, minimizou o vazamento e o descreveu como simplesmente um ‘erro’ de um jornalista ‘depravado’
Senador democrata Mark Warner, membro da Comissão de Inteligência, denunciou o que chamou de um padrão de ‘comportamento descuidado e incompetente’ do governo com relação ao manuseio de informações confidenciais
Presidente Donald Trump disse não estar ciente dessa aparente falha de segurança: ‘Não sei de nada sobre isso’
Comando Central dos EUA afirmou que os ataques do fim de semana foram realizados com precisão para ‘defender os interesses americanos, dissuadir inimigos e restaurar a liberdade de navegação’
Bombardeios, que tiveram como alvos Sanaa, além de Saada e a cidade de Rada’a, deixaram 31 mortos e 101 feridos
Incidente ocorreu na província de Bayda, controlada pelos rebeldes Houthi; causas ainda não foram esclarecidas
‘Na verdade, eu não estava certo de que poderia sobreviver porque foi tão perto, a poucos metros de onde estávamos’, declarou Tedros Adhanom Ghebreyesus sobre o incidente
Ofensiva deixou ao menos seis mortos; série de ataques também atingiu uma usina de energia na cidade litorânea de Hodeida, no oeste do país
Foi a primeira vez que tais aeronaves foram empregadas no combate ao grupo islâmico, que há meses ataca navios no Mar Vermelho
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