Primeiro-ministro de Israel enfrenta pressão em Israel e internacionalmente para chegar a um acordo que permita a libertação dos reféns que permanecem na Faixa de Gaza
Apesar das grandes mobilizações populares, não houve alterações significativas no cenário político, e a oposição parece ter perdido força
Gaza esteve livre do vírus por 25 anos até 16 de agosto, quando o Ministério da Saúde palestino registrou um caso da doença em um bebê de 10 meses de idade
Com a falha em negociar um cessar-fogo, grupo terrorista emitiu uma ordem para que suas unidades executem os reféns caso soldados de Israel se aproximem do cativeiro
‘Peço perdão por não tê-los trazido vivos; estivemos perto, mas não conseguimos’, declarou Netanyahu numa coletiva de imprensa nesta segunda (2); ele também afirmou que terroristas do Hamas ‘executaram’ os reféns
O Exército detalhou que o agressor também atirou contra os agentes e que a colisão dos dois veículos detonou um explosivo dentro do carro, ferindo levemente o guarda
Simultaneamente à greve, protestos a favor de um acordo de trégua estão ocorrendo em todo o país, com centenas de israelenses bloqueando estradas em Tel Aviv e Herzliya, entre outras cidades
De acordo com os últimos números do Ministério da Saúde local, cerca de 40.800 palestinos já morreram e mais de 94.000 ficaram feridos
O objetivo da paralisação, segundo organizadores, é fechar ou interromper os principais setores da economia, incluindo bancos, assistência médica e o principal aeroporto do país
Esta será a primeira greve geral desde o início do conflito entre Israel e Hamas
De acordo com as Forças Armadas israelenses, todos os reféns foram assassinados pouco antes da chegada das tropas ao local
Expectativa é que essa iniciativa ajude a proteger as crianças em um momento tão delicado
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