Conversas foram retomadas em Doha, capital do Catar, após forte pressão dos países mediadores para encerrar um conflito com potencial crescente de incendiar todo o Oriente Médio
Conflito no enclave palestino se encaminha para o 11º mês e soma mais de 40 mil mortos
Governo americano busca uma trégua ao mesmo tempo em que reforçam aliados contra um possível ataque
Ministério das Relações Exteriores do país afirmou que não pede ‘autorização’ para responder a seu inimigo, que acusa de ter assassinado o líder do Hamas, Ismail Haniyeh, em seu território
Pentágono ordenou o envio acelerado de um contingente com porta-aviões e um submarino com mísseis teleguiados para a região
O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, John Kirby, ressaltou que o governo americano chegou a essa conclusão, que coincide com a de Israel, de forma autônoma
Secretário de Imprensa do Pentágono reforçou o compromisso americano em defender Israel a qualquer preço
Expirou, em abril, regra temporária que permitia manter a isenção militar dos haredim (termo em hebraico para judeus ultraortodoxos), que desde a fundação do Estado de Israel evitam o serviço militar obrigatório
Forças armadas do Estado judeu reconheceram ter bombardeado mais de trinta alvos na região, incluindo supostas instalações de armazenamento de armas
De acordo com o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), cerca de 200 mil pessoas foram evacuadas do local entre 22 e 27 de julho
Em comunicado conjunto, Estados Unidos, Catar e Egito convidaram as partes envolvidas no conflito a retomar os diálogos no dia 15 de agosto; Pedido acontece após Hamas nomear Yahya Sinwar como seu novo líder político
A Casa Branca indicou que as negociações ‘chegaram à fase final’ em uma nota, referindo-se às conversas telefônicas entre o presidente Joe Biden e os seus homólogos do Catar e do Egito
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